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19 de fevereiro de 2019

Ciática

Estás primeiras semanas de 2019 nao têm sido nada fáceis.
De à 3 semanas para cá comecei a ter dores na zona lombar a inflamação espalhou-se pelo nervo ciático e atacou-me a perna direita. Conclusão, estou de baixa há quase 3 semanas e pelo meio levo três passagens urgentes no hospital devido a dores agudas e só ontem consegui dormir bem e quase sem dores.
Devido ao meu estado de graça (como referi no posto anterior, disse que 2019 era um ano de estreias e a minha estreia é a maternidade) não posso tomar nada além de ben-u-ron e colocar sacos de água quente e repouso. Apenas no hospital me deram um analgésico mais forte e super controlado para não fazer mal ao projecto de gente que carrego.
Não tem sido nada fácil, não sou muito tolerante à dor, já chorei muito por não conseguir colocar a perna no chão, por não estar confortável e estar cheia de dores mesmo deitada na posição de conforto, por estar dependente até para vestir umas cuecas, por ter de andar com uma bengala e custar-me horrores fazer um trajecto de 3m entre o quarto e o WC.
Dizem-me para ter paciência, que a minha tristeza afecta o projecto de gente. Mas não é fácil estar à 20 dias com dores. Em que nos dizem "há e tal vai ficar assim até ao fim". Oi mais 5meses disto ... Quero gozar está fase, quero preparar as coisas, não me quero lamentar...
Não fiquei com a ciática devido ao meu estado (embora seja muito comum nas grávidas), fiquei devido a um esforço que fiz, e por causa do meu projecto de gente, não me posso tratar, não posso fazer um raio-x, não posso tomar um anti-inflamatório.
Deixei o cepticismo de lado porque o desespero falou mais alto e aceitei a sugestão de uma amiga, chamei um osteopata cá a casa. Que burra que fui não o ter feito mais cedo. Hoje posso dizer que quase estou sem dores, que voltei a dormir bem, que voltei a sorrir. Ainda não estou a 100% mas já me sinto bem melhor.
Agora é evitar fazer esforços para evitar voltar ao mesmo e fazer todos os dias os exercícios de alongamento aos músculos e nervo para minimizar as próximas crises.
Não vejo a hora de poder sair de casa e começa e a preparar o enxoval.

14 de outubro de 2018

Desabafos

Não ando a fazer nada de mal e até tenho um emprego honesto, mas não apetece nada encontrar pessoas com quem convivias no tempo em que trabalhava na tua  área de formação e elas olharem-te de alto a baixo por agora estares numa posição "inferior".

É a vida, mas poupem-me os olhares de julgamento... Cada um  sabe de si e eu tenho o meu ordenado. 

13 de outubro de 2018

Momento de Clarividência #16

Dia de sentir saudades do tempo em que vivias na outra margem e podias estar presente... Ao mesmo tempo, é bom receber vídeos do quão divertido está a ser e de quererem incluir-te.

23 de julho de 2018

21 de Julho- um dos dias azarados mais sortudos da minha vida

No sábado passado tive o que considero, o dia azarado mais sortudo da minha vida. Tenho de ver o lado positivo da coisa. Foi o dia em que quase parti um dedo numa  porta de carro na parte da manhã, e o dia em que quase parti a cabeça (novamente contra uma porta) da parte da tarde.
Podia ter partido alguma das coisas. Mas não cheguei a partir, fiquei só com um dedo dorido e um galo na cabeça. Podia ter sido pior.


15 de abril de 2018

Momento de Clarividência #12

Sentar, reflectir, pensar, agir.

Já sentei, já reflecti e começo a pensar. Falta a coragem para agir.

Já deixei 3 passos... Tenho de dar o quarto para poder ir mais longe.


28 de fevereiro de 2018

Festival da canção 2018 #1

Não é novidade nenhuma que adoro o festival da canção e a Eurovisão VER AQUI e antes que me debruce sobre a escolha final de Portugal, venho só fazer um desabafo.

Pena, pena que a minha canção preferida para este ano tivesse que desistir para não alimentar polémicas. Estava em querer que ia-mos ganhar outra vez a Eurovisão. Só espero que uma das outras duas músicas que gosto ganhe. E assim podemos fazer boa figura.

Mesmo uma pena.

7 de janeiro de 2018

Crises existenciais

2018 começou e para mim começou de forma duvidosa. Passo a explicar. Estou a ter uma crise existencial em que não sei qual rumo seguir na minha vida. Não consigo definir um objectivo, uma meta. Estou como que paralisada e não sei o que fazer. Sei que isto vai passar, sei que me vou voltar a encontrar, mas está a ser complicado para mim esta fase.

Uma coisa eu sei, 2018 vai ser um bom ano para mim.

26 de setembro de 2017

Regresso ao trabalho

Há muito tempo que não tirava 3 semanas seguidas de férias. Desconfio que a última vez que o fiz foi no último ano da faculdade (o período em que estive desempregada não conta).

Andei por muitos sítios e até dei um saltinho a Espanha. Como é óbvio, irei falar de algumas das coisas que visitei aqui no blog  (uma delas já falei aqui).

O que interessa é que fui feliz com quem me faz feliz, "namorido", família e amigos.

E agora já estou de regresso ao trabalho...




6 de agosto de 2017

Um "problema" tão fácil de se tratar...

Lembram-se de neste post eu ter referido que umas das coisas que mais me irritavam era ficar com urticara quando me ponha ao sol?
Pois bem, há umas semanas, consultei um dermatologista por causa de um derrame que tinha na ponta do nariz (e que era uma pequeno angioma), e abordei a questão. Após umas análises para despistar outros problemas, concluiu-se que era realmente urticaria de contacto. Após um tratamento de 3 meses com comprimidos, posso dizer que , até ver, nunca mais a tive e já vou à praia descansada da minha vida, sem ter que passar o tempo a coçar os braços e pescoço.
Afinal era uma problema tão simples de tratar e eu a deixar a arrastar...

28 de maio de 2017

Esta coisa de arrendar casas...

Esta coisa de arrendar casas tem muito que se lhe diga.
De repente vês o teu senhorio a exigir mais 50% de renda por um T2 de 34 m2 ,  caso queiras continuar na casa onde estás e renovar o contrato. "Estás numa zona turística."
De repente vês que não há casas com valores decentes e que possas pagar para arrendar, nem na zona onde estás nem nos arredores. Ponderas ir morar a 80 km do teu trabalho, saíres de casa às 7h e chegar às 22h porque tens de ir de transportes (no meu caso 25 km de carro e restante de comboio) só para teres um lugar decente para viver ao preço que podes pagar. É que nem a 25 km de Lisboa te safas.
Quando finalmente vês algo em conta, mais perto do trabalho, já está reservado. "Fogo, ainda não faz um dia em que viste a oferta e entraste em contacto..." e percebes que há muita gente a passar pelo mesmo que tu.

Mas o que raio se passa em Lisboa e nos arredores para que o preço das rendas aumenta-se exponencialmente?
Eu desconfio, turismo vs política, todos querem ganhar com o turismo. É raro encontrar mais de 2 portugueses por cada dez pessoas que vejo no metro. Já não se encontram lisboetas de gema nos bairros mais antigos. Os que ficam são os mais velhos, aqueles que os senhorios não podem despejar. A todos os outros, dão incentivos para que tu não queiras renovar o contrato. "Sei que quer algo melhor", "As contribuições e impostos aumentaram por isso tenho de aumentar", "fiz obras", entre outras desculpas.
Ainda agora comecei a procurar casa e já estou farta...

10 de abril de 2017

Momento de Clarividência #11

Quanto mais avanças na idade adulta percebes que toda a gente muda. Tu mudas, os teus amigos mudam, as crianças deixam de ser crianças.
De repente percebes que não sabes nem estás com os teus amigos à já algum tempo. Não que eles não queiram, não porque tu não queiras, mas porque a idade trás outras prioridades, outras responsabilidades.
Moras longe, tens um trabalho, sais do trabalho, tens toda uma rotina caseira para fazer (arrumar a casa, fazer o jantar, filhos para cuidar, etc) e quando chegas ao fim-de-semana cada um tem os seus planos. Ou vão passar o fim-de-semana fora, ou vão estar com outros amigos, ou simplesmente ficamos em casa a curtir o marido/mulher a ver filmes,
Já não é como antigamente em que 5 min antes mandavas uma sms ou telefonas a dizer, "vamos sair?" e do outro lado diziam "Já estou a sair de casa. Onde vamos?", Hoje em dia é mais assim "Não posso já tenho coisas para fazer" ou "Tenho de ver se... também pode, senão não vai dar" ou "Não me apetece, estou cansada/o e a amanhã vou trabalhar". Nada disso importava se vivesses perto mas eu já não vivo no mesmo sitio e é raro lá ir.
Mas estamos cá uns para os outros e sei que se precisar todos vão lá estar da mesma forma que eu também irei estar.


20 de novembro de 2015

Pensamentos Positivos

Gostava de ser mais positiva e estar sempre a pensar que tudo vai correr bem, que está tudo bem, que se não for hoje é amanhã. Mas às vezes o amanhã chega e  nada muda e nesses dias o positivismo faz uma pausa. Nessas alturas os dias são difíceis.

Mesmo assim considero-me uma pessoa que na maioria das vezes vê sempre o lado bom das coisas, que tem esperança. Mas também sou humana, também tenho dias maus em que perco a esperança toda. Por isso, há que ter pensamentos positivos sempre que possível "sim, se não foi hoje é amanhã".

12 de outubro de 2015

Luz ao fundo do túnel

O meu caminho pode ser feito às claras, mas é a luz ao fundo do túnel que preciso alcançar.
Quando é que este caminho termina? Não está fácil percorre-lo.



Foto de Susana Cunha

2 de outubro de 2015

Desabafo (mais um)

E de repente tudo muda.
O certo deixa de o ser e tudo volta à estaca zero.
Ou talvez não, pode ser uma nova mudança, algo completamente diferente.
O importante é não desistir mesmo que seja a saída mais fácil.
Às vezes, a vontade de gritar é mais forte.
Às vezes, a vontade de chorar é mais forte.
Só é preciso parar talvez um pouco e recuperar o folego.
Mas desistir isso não.
Mesmo que custe continuar.
Mesmo que falte as forças.
A história é escrita pelos sobreviventes.

Espera... parece que há uma luz ali ao fundo. Deixa-me ir ver o que é.


(Este é um texto agendado referente a um dia destes)

4 de agosto de 2015

Desabafo

Se fosse 2014 estaria neste momento a gozar férias do trabalho. Mas não é, estamos em 2015 e já estou farta destas férias forçadas.

28 de maio de 2015

Cheguei ao fim. E agora?

Caso ainda não se tenham apercebido, nos últimos anos andei entretida a fazer um doutoramento. Coisa pouca, que me roubou horas de sono e de paciência. Agora que o conclui penso:
- E agora? O que vou fazer à minha vida?
Ando à procura de emprego à 5 meses e até agora nada, nem uma entrevista apenas alguns mails a dizer que não fui seleccionada e pouco mais. Todos os dias envio CV espontaneamente ou em resposta a anúncios. Realmente não está fácil para ninguém. E como há uns tempos referi, o factor idade também não ajuda.
Das duas uma, ou é a idade, ou é o facto de ter experiência numa área muito específica, ou o CV não está apelativo, ou tenho qualificações a mais. Não sei o que fazer para alterar esta situação...
É esperar e desesperar. Não posso é perder a fé.

9 de maio de 2015

Coisas que irritam #1

Ficar com uma espécie de urticaria quando a pele fica exposta ao calor, seja sol, seja banhos quentes.
Não há pachorra.
Não bastava ter uma pele branca, que se não tenho cuidado apanho escaldões facilmente, e agora tenho de lidar com pequenas borbulhas nos braços e às vezes nas pernas, irritantes e que dão imensas comichões e que só desaparecem com água fria ou creme.
É que tão depressa aparecem como desaparecem.

Oh vida.

11 de abril de 2015

Habemos data (possivel)

E finalmente parece haver luz ao fim do túnel.
Finalmente falou-se em datas para a minha defesa de doutoramento. Finalmente a saga está a chegar ao fim...E depois? O que virá a seguir...

26 de fevereiro de 2015

Desabafo de alguém que procura emprego

Ter muito tempo livre para mim é mau. Acabo por perder muito tempo à procura de o ocupar. Por enquanto, ainda tenho de estudar para uma defesa de tese e isso ocupa muito do meu tempo. E no tempo que sobra vou enviando Cvs ou vou passeando para não dar em louca e ir vendo a luz do dia.

Mas e daqui por umas semanas quando já não tiver que estudar? O que fazer se ainda não tiver arranjado novo emprego? Sei que não vou enfiar-me em casa sem sair à rua e baloiçar numa cadeira a ver o tempo passar e o dinheiro da poupança não é eterno e não estica.

A procura de emprego é ingrata para muita gente e para mim não é excepção. Tenho 32 anos e sempre trabalhei em investigação como bolseira, uma área muito especifica e para a qual não abunda empregos. E é esta mesma área que me prejudica para a obtenção de um emprego “dito” normal, com direito a um contrato, fundo de desemprego, descontos para a reforma (sem ser o seguro voluntário social), estabilidade, etc.

Às vezes riu-me das ofertas de emprego que existem, pedem anos de experiência mas só querem recém licenciados. Ou então só aceitam candidatos até 30 anos. Em algumas ofertas o ordenado base para licenciado/mestre é de 500 euros.

Compreendo que há empregos muitos específicos e que realmente é necessário ter algumas das valências que pedem e que eu infelizmente não as tenho. Outras vezes fico a pensar que algumas das ofertas que aparecem no mercado já tem dono (“cunhas”). Acho incrível a facilidade que algumas pessoas tem para arranjar bons empregos num curto espaço de tempo enquanto outras andam de porta em porta, oferta em oferta, a enviar CVs e nem para uma entrevista são chamadas.

Não me importo de mudar de área se assim tiver de ser, mas para isso é preciso que alguém esteja disposto a aceitar o meu background. Sempre gostei de aprender coisas novas, de desafios.

Acredito que melhores dias virão, tenho de continuar a procurar. Vou arranjar emprego um dia destes. Tenho é que omitir umas coisitas no cv (mais ainda), ou mudar de estratégia, mudar de área, ou criar o meu próprio emprego.


As fases do meu mundo novo

Primeiro não se nota nada , até duvidas que tens algo a crescer dentro de ti (até porque  não tens sintomas e andas demasiado ocupada com do...