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19 de julho de 2017

Aldeia Típica José Franco

Visitei pela segunda vez e certamente não será a última vez que lá irei. Não me importo de voltar a visitar lugares que já conheço e que gosto. E volto sempre com pessoas diferentes e adoro mostrar o porquê de gostar daqueles lugares. Continua com o mesmo encanto e continua a ser gratuito visita-la. Uma aldeia feita por José Franco, localizada na pequena localidade do Sobreiro, entre a Ericeira e Mafra.
José Franco era oleiro e no inicio dos anos 60 (1960), começou a recriar uma aldeia de carácter etnográfico, onde as suas memórias de infância se cristalizaram dando um testemunho do modo de viver das gentes locais, em homenagem à sua terra. Para mais informações visitem o site.

No final da visita, comam o pão com chouriço confeccionado na padaria. Muito bom. Há também uma zona de restauração onde servem almoços.
















5 de julho de 2017

Museu da farmácia

O museu da farmácia fazia parte da minha lista de "coisas para ver e fazer" há muito tempo. Finalmente consegui ir visitar. Fica na Rua Marechal Saldanha, nº 1 (ali perto do miradouro do Adamastor) e a entrada custa 5€. Para mais informações visitem o site.
Ia sem expectativas e com muita curiosidade e gostei muito. Comecei pelo primeiro andar para perceber a evolução do conceito farmácia e medicamento desde de 3500 AC., desde os egípcios, passando pela América do Sul, Ásia e acabando em Portugal.
No r/c é possível ver réplicas de farmácias de várias partes do mundo e mais, não digo. Visitem. É bastante didáctico.

(Todas as fotos foram tiradas por Susana Cunha. Direitos reservados)













22 de junho de 2017

Fui a um concerto de "heavy metal" e sobrevivi

Uma pessoa é capaz de tudo por amor. Até ir a concertos de música pesada em que não entendes "porra" nenhuma do cantam.

Ontem fui ver os Mastodon na sala tejo do Meo Arena. E apesar de não ser apreciadora também não fiz nenhum frete.

Dei por mim a pensar, dias antes, em como sobreviver ao concerto sem sequer conhecer a banda. Afinal até foi fácil, bastou seguir alguns passos que vou enumerar de seguida:

1) Levar roupa e calçado confortável e de preferência uma t-shirt preta (falhei na cor);

2) Entrar na sincronização de abanar a cabeça para a frente e para trás ao som do ritmo. Na loucura  fazer o cabelo esvoaçar também;

3) Levantar o braço e fazer o sinal de "rock and roll" com os dedos da mão sempre que alguém levantava o braço;

4) Se vires alguém vibrar com uma música, vibra também (estava na fila do bar para comprar água e teve de ser porque começou toda a gente a vibrar e a estar triste por não estar na plateia a ouvir a música).

5) Se gostarem de cerveja, estejam sempre com um copo na mão (eu foi mesmo água)

6) Ficar no fundo da plateia para passar despercebida, assim se me quisesse sentar no chão, ninguém me via.

7) Entrar no espírito da coisa. Mesmo que fosse outro género de concerto, vais acabar sempre por sair meia surda e com zumbido nos ouvidos.

E depois olhas para o lado e vês uma mulher tatuada nos braços com idade para ser tua avó a curtir o som ao lado do neto, como se não houvesse amanhã, e pensas "fogo sinto-me um ET aqui, mas já ganhei o dia"



5 de junho de 2017

Palácio da Pena

Já posso tirar da minha lista "Museus e palácios a visitar", o palácio da Pena. Adoro visitar palácios mas tive azar de algumas alas estarem em obras e algumas salas terem sido desmontadas em consequência disso.
Amei a arquitectura do palácio, parece saída de um conto de fadas. A zona do parque da Pena é enorme e merece ser visitada outro dia, com mais calma e com mais tempo. Apenas vi parte enquanto me deslocava para o palácio.
Para quem não sabe, a reestruturação do palácio da Pena foi iniciada pela rainha D.Maria II e pelo rei D.Fernando II e mais tarde também pela condessa D'Edla. Contudo, apenas habitaram nele D.Fernando II e a segunda esposa, a condensa D'Edla e o rei D.Carlos e a rainha D. Amélia.

(fotos tiradas por Susana Cunha. Direitos reservados)















Ponto negativo: talvez por ter visitado no fim-de-semana, haviam muitos turistas e a visita foi feita quase em fila indiana.

29 de março de 2017

Feira da ladra



(fotos tiradas por susana cunha. direitos reservados)

Onde estou a viver fica perto da feira da ladra, tão perto que em 10 min a pé estou lá. É raro lá ir até porque não costumo estar por Lisboa em dias de feira, mas não sei porquê, quando passo o fim-de-semana em Lisboa, estando bom tempo, gosto de lá ir. É raro comprar alguma coisa mas a última vez que lá fui trouxe dois livros e  um mapa. Acho que vou lá porque me traz boas recordações. Lembro-me de ir com o meu pai quando a minha mãe estava internada no hospital da marinha (hoje em dia desactivado), de ir a passeio quando vinha a Lisboa e agora vou só porque sim.
Os tempos são outros e a feira já não era como antigamente. Mas faz parte da cultura lisboeta.

31 de outubro de 2016

Porto

Não me lembro que já vos tinha falado da cidade do Porto ou não.
Fui lá pela terceira vez. Aproveitei que estava de passagem por Vizela e apanhei o comboio para lá ir. A viagem de comboio durou mais ou menos uma hora.

Uma vez lá, aproveitei para rever locais que já conhecia como, a baixa portuense, a torre dos Clérigos, a rua de Santa Catarina, a avenida dos aliados, a rua das flores, o mercado do Bulhão como também aproveitei para visitar (finalmente), o palácio da bolsa. Adorei, infelizmente apanhei a visita guiada em inglês.

Após a visita, atravessámos a ponte de D. Luis a pé e fomos às caves do vinho do Porto. Desta vez a escolhida foi as caves do vinho do Porto Calém (da outra vez que estive no Porto visitei as Caves do vinho do Porto Sandman)- No final e como já eram horas de almoço, fui almoçar uma francesinha.

(Mais uma vez, as fotos mostradas foram tiradas por mim. Todos os direitos reservados)









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As fases do meu mundo novo

Primeiro não se nota nada , até duvidas que tens algo a crescer dentro de ti (até porque  não tens sintomas e andas demasiado ocupada com do...