25 de outubro de 2014

Palácio Nacional de Mafra

Parece que os meus últimos passeios andam à volta de palácios e castelos... O que não deixa de ser verdade. Acho que já vos disse que adora palácios e finjo que sou uma princesa ver aqui.

E há umas semanas atrás visitei o palácio nacional de Mafra. A última vez que lá tinha estado ainda era uma criança e andava na primária. Acho que o meu fascinio por palácios começou nesse dia, quando  visitei o convento de Mafra pela primeira vez numa visita de estudo organizada pela escola.

O Convento de Mafra foi mandado constroir pelo rei D. João V, em virtude de uma promessa que fizera no caso de a rainha D. Maria Ana de Aústria lhe desse descendência. Para saberem mais sobre a história deste convento vejam a informação do link que vos deixo Palácio Nacional de Mafra.

Deixo-vos algumas fotos.





Biblioteca

Morcegos



Basilica

29 de setembro de 2014

Escapadela pelo Norte

E só porque sim, no fim-de-semana passado fui novamente a Vizela. E passei por Guimarães e fui a S. Torcato, Penha e S.Bento. E depois passei por Braga, Sameiro e Bom Jesus. E foi tão bom...
E ainda tive um bonús. Neste fim-de-semana decorreu a feira Afonsina e vi um pouco do cerco ao castelo. Muito giro.
Paço dos Duques de Bragança- Guimarães

Rio Vizela

Ponte romana de Vizela

Miradouro de S.Bento

Castelo de Guimarães

estátua de D. Afonso Henriques "remendada"

zona histórica de Guimarães

Sameiro

Bom Jesus

Bom Jesus

Sé de Braga

promenor do interior da Sé de Braga
Fotos :Susana Cunha

17 de setembro de 2014

Palácio de Queluz

Ir ao palácio de Queluz e aos seus jardins (inspirados nos jardins do palácio de Versalhes) foi outro dos passeios que fiz este verão.
Sempre gostei de ver palácios e de imaginar como seria viver neles na altura em que havia monarquia em Portugal. Sempre inventei histórias em torno de princesas e príncipes. Enfim, sempre gostei de História.
 O palácio de Queluz tem muito da história da época da rainha D.Maria I e do futuro rei D.João VI (antes da fuga para o Brasil aquando as invasões francesas) e do rei D.Pedro IV. Aliás, seria nesse palácio que o rei D.Pedro IV, primeiro imperador do Brasil, viria a falecer em 1834. Adorei o palácio e vi-me mais uma vez a ser criança e imaginar que era uma princesa que vivia ali, tal como sempre faço de cada vez que visito um palácio.



Sala do Trono


Cama onde morreu D.Pedro IV




Fotos: Susana Cunha

16 de agosto de 2014

Prazeres de verão #4

Ir à terra dos meus pais e comer bolo de carne e bolo com sardinhas acampanhado por um copo de vinho maduro...
Mhammm

15 de agosto de 2014

Férias 2014

Penha- Guimarães

Alto de S. Bento das Pêras- Vizela

Leça de Palmeira

Leça de Palmeira

Vila do Conde

Mosteiro de Santa Clara- Vila do Conde

Alto da senhora da Graça 1

Alto da senhora da Graça 2

Alto da Senhora da Graça 3

Igreja de S. João- Vizela
E foi por aqui que andei nos últimos dias...

(fotos: Susana cunha)

28 de julho de 2014

Um passeio diferente

E se de repente pudessem sentar-se quase à beira do abismo, bem perto do ponto mais ocidental da Europa e pudessem ver isto?

Em busca da praia da Ursa por trilhos ingremes... Lindo

1 de julho de 2014

Ser bolseira, escrever e entregar uma tese de doutoramento e sonhar que posso ainda sonhar…

Hoje apetece-se desabafar. 
Hoje senti um limite de saturação pela milésima vez. Costuma ser todas as 4ªf mas desta vez chegou mais cedo, a uma 3ªf. Sinto-me impotente, sem rumo, sem vontade de prosseguir na investigação. Quero avançar, quero terminar, mas tenho os pés e mãos atados. É tão mau depender de terceiros. E se eu escrevi mal a tese, se o conteúdo precisa ser mudado, porquê arrastar tanto tempo a decisão. Para que depois eu tenha de fazer as correcções finais em tempo recorde e acabe com um esgotamento, só porque me “obrigaram” a um relaxamento forçado por falta de notícias? E na volta ainda tem a lata de me dizerem que ficou mal porque eu estava com pressa. Pressa?? Faz em Setembro 1 ano que entreguei a primeira versão da minha tese e faz hoje 6 meses que a versão quase final está nas mãos de quem é devido para ser corrigido. Justificam-se dizendo que têm muito trabalho e por isso não têm tido tempo.
Com isto tudo existem propinas para pagar. E podiam existir contas, não estivesse eu a viver com os meus pais e eles me “sustentassem” só porque ainda não tenho condições para sair de casa.
Vão ocupando o meu tempo com bolsas para minimizar a culpa da demora. Mas isto não é vida, estou quase a fazer 32 e com esta idade não é fácil encontrar emprego nem na área nem em lado nenhum. Preferem contratar os mais novos, aqueles que acabam de sair das universidades ou então já somos demasiados nesta situação para tão poucas vagas no mercado. Outra hipótese é imigrar. Mas o mais provável era arranjar novas bolsas num pais diferente, nada de posições fixas. Não quero sair de Portugal. Este doutoramento tirou-me 6 dos melhores anos da minha juventude e quero aplicar os meus conhecimentos cá e não noutro sítio. Deviam ter sido só 4 anos, mas as dificuldades iniciais para obter resultados fizeram prolongar o trabalho experimental para um 5 ano e as correcções da tese levaram o 6.

Provavelmente já tenho habilitações a mais, terei de omitir mais tarde o doutoramento na procura desenfreada por um emprego,  se quero ter esperança em arranjar emprego. Porque o que eu mais quero é estabilizar, ter condições para sair para sempre da casa dos meus pais (que não caminham para novos) e constituir família. Assim bem se podem queixar que cada vez mais as pessoas têm menos filhos ou são pais muito tarde. E se tivermos em conta as noticias que saíram recentemente em que denunciam que algumas empresas obrigam as mulheres a não engravidarem durante 5 anos, bem que não tenho filhos. Mas não faz mal, ainda não perdi a esperança neste país nem de arranjar emprego. Mas esta esperança está cada vez mais pequena e a demora em me corrigirem a tese não ajuda em nada a minha vontade de querer sonhar.

23 de junho de 2014

Prazeres do verão #3

IR À PRAIA

Não sou adepta de passar o dia inteiro na praia, até porque como a idade virei "flor de estufa" ou seja, tenho de estar debaixo do chapéu-de-sol com protetor solar fator 50. Mas uma manhã ou uma tarde bem passada e em boa companhia é sempre tão bom. E se tiver de passar o dia pela praia ao menos que se faça um piquenique à beira da estrada durante a hora do almoço, com direito a manta e a sentar-se no chão e afastar as formigas.

Já vos disse que também adoro piqueniques?

22 de junho de 2014

Prazeres do verão #2

Comer caracois acompanhados por uma mini... ADORO
(E os que a minha cunhada faz são demais)

Foto tirada da net

21 de junho de 2014

Prazeres do verão #1



Há uns dias começou para mim a época das cerejas (tão bom) e hoje iniciei a época da melancia (ADORO)


Fotos retiradas da net

8 de junho de 2014

Momentos fotográficos #2- A Lua

Sempre gostei da lua cheia. E por vezes ela deixa-me que a fotografe na sua plenitude.

Estes são alguns dos meus registros. Simplesmente linda.

2013 in Cacilhas


2013 in Cacilhas

2014 in Rio Maior
2014 in Rio Maior




Fotos de Susana Cunha


5 de junho de 2014

Momentos fotográficos #1- Pôr-do-sol

Pôr-do-sol. Um dos momentos do dia que mais gosto. Não me canso de o ver sempre que tenho oportunidade. Para mim é sempre diferente, é sempre especial.

Às vezes partilho-o com quem mais gosto, outras vezes vilumbro-o sozinha e às vezes registro-o com a câmera fotográfica.

Mas para mim é sempre mágico.






 Fotos tiradas por Susana Cunha

4 de junho de 2014

Canoagem

No passado fim-de-semana fiz canoagem pela 5ª vez (3ª vez no rio Zêzere perto de Constância). E pela 5ª vez, levei um par diferente. E se nas outras 4 vezes tinha corrido tudo bem e sem grandes percalços (tirando as emoções vividas quando fiz canoagem em Dijon ler aqui), desta vez o caso muda de figura. Não só fizemos (eu e o meu par) quase todo o percurso aos "SS" e fazer os rápidos todos de costas, como ainda tivemos direito a virar a canoa e cair ao rio.  O facto de termos caido ao rio trouxe as suas consequências: perdi os meus sapatos (ano passado também estraguei uns), perdemos as pagaias, a canoa foi para debaixo dos ramos das árvores da margem e eu fui com a corrente agarrada ao saco que continha as chaves do carro e a máquina fotográfica. Felizmente nada se estragou porque ia tudo muito bem embrulhado em sacos plásticos. Os meus sapatos enventualmente apareceram e recuperei-os (graças aos meus colegas de viagem). Mas o tempo em que ainda andei em cima das pedras fizeram-me feridas nos pés. O bom disto é que nem tive tempo para me queixar da água fria. Claro que este pequeno percalço nos fez atrasar e a partir daqui eu e o meu par perdemos o resto da pouca coordenação que ainda tinhamos.
Foi diferente, foi divertido, foi um dia memorável. E as nódoas negras que ganhei na perna são "feridas de guerra".
Depois de trocar de roupa, almoçamos no restaurante Trinca Fortes em Constância. O almoço dos guerreiros e que fome eu tinha.
No regresso a casa passei pelo castelo de Almourol, que está numa pequena ilha no rio Tejo e que fica ali mesmo ao pé. E que paisagem maravilhosa este castelo proporciona.

Canoagem- o inicio (foto: Susana Cunha)

Castelo de Almourol (foto: Susana Cunha)

As fases do meu mundo novo

Primeiro não se nota nada , até duvidas que tens algo a crescer dentro de ti (até porque  não tens sintomas e andas demasiado ocupada com do...