21 de agosto de 2012

Algumas memórias de Vizela

Tirei uma semana de férias e aproveitei para re-visitar e conhecer algumas cidades, vilas, aldeias de Portugal. Claro que duas das cidades que sempre visito e sempre visitarei são Vizela e Guimarães. Ambas sofreram mudanças nos últimos 10 anos, principalmente Vizela, que hoje está mais bonita. Contudo, este ano, senti saudade do passado, da altura em que Vizela se parecia mais com uma aldeia, lembrei das brincadeiras de criança na rua onde moravam os meus avós, do rio menos poluído e onde meus irmãos pescavam com os meus primos, do tempo em que tinha de tomar banho no tanque de lavar a roupa ou no lago do jardim porque os meus avós não tinha casa-de-banho. E lembrei de quando as festas de Vizela eram diferentes, embora algumas tradições de tenham mantido, como guardar lugar com bancos na rua logo pela manhã, para ver a marcha passar já depois das 22h.
A fábrica onde minha mãe trabalhou não existe mais, em seu lugar apenas estão as fachadas e um monte de entulho. Lembro de passar por lá e minha mãe me dizer, foi aqui que trabalhei, e nesse tempo, a fábrica ainda funcionava... Não haviam rotundas nem superfícies comerciais, Vizela ainda era uma das freguesias de Guimarães e hoje é um concelho completamente adaptado ao estilo de cidade.
 Lembro de se ter de pagar a entrada no parque de Vizela e da fase em que este esteve abandonado. Hoje em dia é novamente um dos ex-libris de Vizela,  aberto ao público e com muito mais beleza, com iluminação, locais para se estacionar o carro. Hoje em dia é possível atravessar o rio para o outro lado, através das pontes pedonais construídas/reconstroídas e só tenho pena de o rio estar poluído.
Este ano voltei a passar pela rua onde meus avós moraram (rua Latino Coelho) e onde eu fui muito feliz em criança. A casa está praticamente ao abandono, já não vive lá nenhum dos tios da minha mãe, senti uma certa nostalgia.
Espero nunca perder as memórias do passado, nem aquelas que meus pais me contaram da juventude deles. Sinto que também faço parte da história daquela cidade e Vizela faz parte daquilo que sou.
 Parque de Vizela (Susana Cunha)

Casa onde meus avós moraram  e Ponte romana (Susana Cunha)

À espera das marchas de Vizela durante as festas da cidade (Susana Cunha)

9 de agosto de 2012

Fátima, Grutas da Moeda e Batalha

E qual foi a primeira coisa que fiz no primeiro fim-de-semana de volta a Portugal? Passear.
Adoro passear mesmo que seja só até à Costa da Caparica ou até Almada, o que importa é sair de casa e andar ao ar livre. ´
De vez em quando vou mais longe e foi o que aconteceu à dois fins-de-semana atrás.
Sou católica e embora não praticante, sempre que tenho oportunidade, entro numa igreja ou vou a Fátima. E tinha prometido a mim mesma que, caso tudo corre-se bem nas "terras francesas", que iria a Fátima no primeiro fim-de-semana que cá estivesse. E lá fui eu com os meus pais e as minhas sobrinhas.
Santuário de Fátima (Susana Cunha)

Aproveita-mos a viagem e também visitamos as grutas da Moeda. Lembro-me de no passado ter ido uma vez às grutas de Mira D'Aire com a escola e portanto, a lenga-lenga das estalactites e estalagmites ainda estava na memória embora não me lembra-se de todos os pormenores. As minhas sobrinhas adoraram a "exploração na gruta" e eu também.

Grutas da moeda (Susana Cunha)

 Por último, deslocamo-nos até ao Mosteiro da Batalha (Mosteiro de Santa Maria da Vitória), contruido como forma de agradecimento por parte do rei D.João à Virgem maria pela vitória na batalha de Aljubarrota. Apenas visitei a parte aberta ao público em que não é necessário pagar mas pelo que pesquisei na internet, os claustros e interiores são dignos de se visitar, quem sabe um dia.

Mosteiro da Batalha (Susana Cunha)

E se para Fátima fomos pela A1, o regresso foi feito pela estrada nacional. E que boas recordações do passado me vieram à memória. Recordações das longas viagens para Vizela em que eu, meus irmãos e pais ia-mos no carocha branco do meu pai pela estrada Nacional com as malas presas no tejadilho, em que não era obrigatório o uso de cadeiras para o carro... Já lá vão mais de 20 anos, era eu uma criança, o tempo passa rápido.

7 de agosto de 2012

Quero Férias...

Quero férias. Regressei de Dijon directamente para o trabalho de cá. Infelizmente tenho muito trabalho pendente e este ano não irei gozar as férias todas. Irei gozar uma semana durante o mês de Agosto e outra entre Outubro e Novembro.
Contudo, não me posso queixar. são pequenas as férias de este ano, mas muito preenchidas e intensas. No inicio da minha semana de férias irei para o norte, mais propriamente, Vizela (terra natal da minha mãe). Simplesmente adoro esta terra na altura das festas e adoro ir a Guimarães que fica mesmo ao lado. Na semana das festas é sempre certo lá ir, salvo se algo acontecer. E no fim da minha semana de férias, Mértola me espera.
E em Outubro... uma das minhas viagens de sonho e em muito boa companhia... E mais não digo, fica para um outro post...
E pelo meio a ver se acabo a parte prática do doutoramento e começo a escrever a tese...

31 de julho de 2012

Regresso

E após 91 dias de estadia em terras francesas eis que regressei a Portugal. Na bagagem, trouxe muitas memórias e momentos que jamais esquecerei. Do objectivo que me levou até lá, ficou a boa experiência de viver sozinha numa terra completamente estranha para mim, longe da família e dos amigos. E fiquei com vontade de um dia voltar ou de tornar a sair daqui e aventurar-me uma vez mais.
Quando voltei, não estava eufórica por regressar, estava num estado normal, como se viesse de férias e tornar-se a voltar depois. É lógico que estava contente por voltar, por voltar a ver a minha família e os meus amigos, mas também fiquei triste por deixar Dijon. Dai não ter ficado eufórica no dia do regresso.
No aeroporto, meus pais me esperavam de braços abertos... e também uma surpresa das minhas 2 e 1/2 grandes amigas...
Hoje, tenho a sensação que nunca sai daqui e que o tempo que lá estive foi muito pouco. Mas estou feliz por ter voltado à minha rotina e à minha terra. E voltei diferente, não na maneira de ser (talvez um pouco mais calma), mas na maneira de ver a vida...

8 de julho de 2012

Dijon- o dia em que fui fazer canoagem

E quem diria que iria ter a oportunidade de fazer canoagem em França. Graças a uma conversa à umas semanas atrás em que disse que já tinha feito canoagem disseram-me se eu também queria cá fazer e aqui a "je" disse sim.

Fiz canoagem no rio Loue, classificado como um dos mais belos da Europa, na cidade de Ornans, perto de Besaçon, a 1h30 de Dijon de carro. Uma curiosidade, nas margens do rio havia muitas Vacas, muita vaca vi eu ontem, e no rio bastantes patos.

A primeira parte começou por volta das 9h30 e durou cerca de 2h, paramos para almoçar e trabalhar pro bronze (e mesmo com protector solar não me livrei dum escaldão). A segunda parte começou às 14h onde terminamos por volta das 16h30. No total fizemos 18 km.

Fomos sem guia, apenas com um mapa do rio a indicar todas as barragens e caminhos de ondas, e a "je" na frente do kayke logo a "je" levava com a água toda a descer as barragens e a água estava gelada. Enganei uma vez o meu colega, perguntei se ele estava molhado e ele inocentemente disse que não, escusado será dizer que depois ficou heheheh. A passagem que mais gostei foi o caminho do moinho, para além da barragem tinha uma espécie de estrada cheia de ondas super rápida. O pior foi termos ficados presos nas rochas ainda dentro do caminho e eu ter de ter de saltar do kayke para as rochas para "desprender" o barco (sempre com medo que este segui-se caminho sem eu lá estar dentro). Algumas das barragens, por terem um acentuado declive tínhamos de as passar deitados no barco, não se preocupem, porque havia rampas próprias.


Canoagem no rio Loue (Susana Cunha)

Passamos pelo meio da cidade e terminamos perto de um castelo típico francês. Pelo meio o momento mais silencioso da minha vida, no meio do rio, a ver a montanha e as árvores e um silêncio profundo, nem os pássaros se ouviam. Depois, o silêncio foi interrompido por uma espécie de sino mas não sabíamos de onde vinha, tínhamos o silêncio e o sino. O mistério foi desfeito quando vimos as vacas lol.
 Castelo (Susana Cunha)

Correu tudo bem e nunca caímos à água. E acima de tudo foi um dia super divertido e em boa companhia. Adorei.

24 de junho de 2012

Dijon- Parte 7

Esta semana comemorou-se a FESTA DA MÚSICA em toda a França (21Jun) e em Dijon não foi excepção.

E teria me passado completamente ao lado não fosse dois colegas do lab me terem convidado/dito para aparecer no centro da cidade para vermos.

Foi espectacular, em cada rua 1, 2, 3 palcos com músicos... Vários estilos musicais a tocarem ao mesmo tempo. Houve um pouco de tudo: rock, jazz, coros, rap, bailarico, baladas... Não fosse o facto de ser uma 5f e ter de trabalhar no dia a seguir e teria ficado muito mais tempo. E mesmo tendo chegado à residência antes da meia noite feita gata-borralheira, no dia seguinte no lab, eu e os meus colegas andávamos com cara de quem não tinha dormido muito. Mas valeu apena.

Diverti-me imenso e em muito boa companhia.

Deixo-vos algumas fotos desse dia.






Festa da música em Dijon (Susana Cunha)

E o melhor foi ter recebido várias sms a dizer que Portugal tinha ganho e que estávamos nas meias-finais do Euro 2012. E agora que venha a Espanha...


17 de junho de 2012

Dijon - Parte 6

Embora a cidade de Dijon seja pequena, há sempre algo novo a descobrir. Há sempre um pormenor ou outro que me escapa, mesmo já tendo passado naquela rua mais que uma vez. E também há sempre um jardim novo a visitar.

Desta vez fui até ao Jardin L'Arquebuse onde se encontra o museu da História Natural, o Planetário e o jardim das ciências. Confesso que foi complicado encontra-lo pois fica numa parte da cidade que ainda não tinha explorado, do outro lado da linha de comboio, e não tinha percebido isso da primeira vez que o procurei. Quando atravessei o "túnel" para o outro lado da linha, parecia que estava a transpor os limites do conhecido e embarcar na aventura pelo desconhecido.

Hoje, como é dia de eleições em França (2ª volta das legislativas) estavam muitas pessoas neste jardim, porque as urnas de voto 39 e 40 ficavam lá.
Tive oportunidade de ver muitas flores que davam um ar colorido ao jardim e quadros explicativos de como são constituídas as plantas.




Jardin L'Arquebuse (Susana Cunha)


Depois fui visitar o pavilhão do Raines onde está uma exposição temporária até Dezembro de 2012 sobre VACAS, sim vacas e touros: quantas espécies existem em França, quais os produtos que se obtém a partir delas e também um pouco das marcas que utilizam as vacas com propaganda. Não estava à espera, mas até estava engraçada. Eu bem que devia ter adivinhado quando vi fotos de vacas nas árvores do jardim.



 Exposição no pavilhão do Raines (Susana Cunha)

Por fim, visitei o planetário (que fica no mesmo edificio). Muito giro. Adorei, é sempre bom relembrar a constituição da Terra, quantos planetas existem... os meus olhos brilhavam.

Planetas (Susana Cunha)

Rescaldo do fim-de-semana: 4 bolhas no pé direito "infectadas" (esta minha mania de ir para o centro da cidade a pé anda a por-me lesionada); e algumas compras :-D

12 de junho de 2012

Dijon- Parte 5

No fim-de-semana em que Portugal jogou pela primeira vez no EURO, não pude ver o jogo por três motivos: Não existe Tv na residência, não vou sozinha à noite para o centro à procura dum café que não conheço ver o jogo (a não ser se tivesse lá alguém que eu conhece-se) e Por fim, NÃO HOUVE NET O FIM-DE-SEMANA TODO NA RESIDÊNCIA. E eu até tinha um site de um canal francês em que podia assistir ao jogo que um colega meu do lab me forneceu com os códigos e tudo. Mas também, ainda bem que não vi...
Agora, e visto o polvo ter acertado o resultado do jogo de Portugal e como previu que também vamos perder o próximo, acho que nem vou arriscar ver o jogo na 4f.

Este fim-de-semana houve uma maratona de patins em linha. Não sabia que tal existia e descobri por acaso numa das minhas caminhadas. E deve ser popular porque estiveram centenas de pessoas na rua.


Rollerskates marathon em Dijon (Susana Cunha)


Visitei o museé de Arte Sacra e o musée de la vie Bourguignonne, ambos no Mosteiro des Bernardines. Para chegar lá fui a pé desde a residência. Aliás fui a pé até ao centro da cidade, são 45 min de caminhada e faz-se muito bem e sempre poupo no bus. 
O  museé de Arte Sacra vi-o em 20 min e é engraçado para o género. 
Adorei o musée de la vie Bourguignonne. É um museu que retrata a vida dos moradores no século XIX, até tem a representação de uma típica rua de comércio com as lojas da época (mercearia, chapeleiro, farmácia, atelier de fotografia...). Confesso que não resisti e acabei por tirar uma foto vestida com a roupa de época, até parecia uma senhora, com saia comprida, camisa e chapéu.

 Monestère des Bernadines (Susana Cunha)



 Museé de la Vie Bourguignonne (Susana Cunha)


Com tanta caminhada que fiz este fim-de-semana por forma a ocupar o tempo, fiquei à rasca do meu joelho. Felizmente, após repouso, já não me doí, mas andei 2 dias manca e com dificuldade em subir e descer escadas.
Quando voltar a Portugal tenho de ir o que se passa, não é a primeira vez que me doí...

3 de junho de 2012

Dijon- Parte 4

Acho que o S.Pedro anda a brincar com o tempo... Sábado, calor abrasador com muito sol e tempo abafado. Já o Domingo resume-se à chuva e descida de temperatura.
Andei toda a semana de manga curta e parece que a próxima semana irei voltar à manga comprida e ao impermeável.

Voltando ao assunto deste post, em Dijon existe um lago, o Lac Kir e é lá que podemos encontrar a única praia da cidade, a Dijon Beach, que durante os meses de Junho a Setembro oferece uma série de actividades aos banhistas. Esta praia é monitorizada por nadadores-salvadores e o acesso às espreguiçadeiras e chuveiros é totalmente grátis. 
O Lac Kir é um lago artificial e foi inaugurado em 1976. Este lago é banhado pelas águas no rio Ouche sendo uma zona recreativa que oferece várias actividades à beira água (praia, canoagem, volei de praia) ou na floresta (vias pedonais, ciclovias, parques infantis, zona de piqueniques). 
Existem alguns parques de estacionamento na zona mas pelo que reparei, estão sempre cheios, pelo que a melhor forma de vir é mesmo de autocarro. É só apanhar o B12 em direcção a Plombières e sair ou em Lac ou em Parc à Bateaux.
Quando sai do autocarro parecia que estava em Setúbal na estrada de acesso à Figueirinha. De um lado o monte, depois a estrada e do outro lado o estacionamento e a praia. O bom desta cidade é que não há trânsito e vejo poucos carros na estrada.




Dijon Beach, Lago Kir, actividade piscatória com a praia em pano de fundo e o parque infantil (Susana Cunha)

Depois de uma pequena caminhada de reconhecimento, sentei-me debaixo de uma árvore onde lanchei e li algumas páginas do Mundo de Sofia. Embora estivesse a maior parte do tempo à sombra, consegui um principio de escaldão no decote da t-shirt. Parece que vou ter de comprar um protector solar. A minha pele é mesmo fraquinha, já em Portugal é a mesma coisa.

29 de maio de 2012

Dijon, parte 3

No fim-de-semana que passou fui conhecer mais uma parte da cidade de Dijon. Desta vez fui ao Square Darcy e ao Museu de Arqueologia.

O Square Darcy fica no centro da cidade, é  pequeno e no centro existe uma enorme fonte. Foi o primeiro parque publico criado na cidade em 1880 tendo sido construído sobre um reservatório de água.

Square Darcy (Susana Cunha)

A paragem seguinte foi o museu de Arqueologia (grátis). Este museu está situado na antiga abadia de São Benignus e tem 3 níveis (nível 0, 1 e 2). A visita começa pelo nível 2 e é composto por utensílios de cozinha, enfeites, cerâmicas, armas... que mostram os costumes da região da Borgonha desde a pré-história até à Idade Média. No nível 1 podemos observar as abóbadas góticas da abadia e as esculturas do estilo romântico e gótico. Por fim, no nível 0, o nível mais sombrio (na minha opinião) por se encontrar na cave e o chão ser de areia, podemos visitar a vida quotidiana do tempo dos romanos. Muito interessante e muito bem conseguido.
Entrada para o Museu de Arqueologia (Susana Cunha)

Depois da parte cultural, fui ver se comprava uns chinelos/sandálias de verão porque cá começa a fazer muito calor e eu já estraguei umas sabrinas no lab, logo precisava de mais um par de calçado. Contudo as lojas daqui são muito caras (cheguei a ver uma que pedia 120 euros por uns chinelos). Já começava a desesperar quando finalmente encontrei uma loja de chineses  (sim aqui também há embora com aspecto de botique) e lá consegui comprar uma espécie do que queria ao preço que compro em Portugal.

Voltei a ir ao parc de lá Columbière. Aliás, sempre que fizer bom tempo ao Domingo hei-de lá ir. Gosto do ambiente de lá. Vi outros animais que da primeira visita não tinha visto, como pavões e póneis.

É verdade, sempre cheguei a ir ao outro shopping da cidade, o Toison d'or. Sim, é maior que o de Quentigny, contudo continua a ser mais mais pequeno que o Almada Forum, e tem lojas que não são para a minha carteira. Acho que vão amplia-lo, pelo menos estava uma maquete do projecto dentro do centro comercial. Para lá ir tive de apanhar 2 bus e demorei cerca de 45 min a chegar. Mas fiquei a conhecer outra parte da cidade e fiquei a saber que existe um grande Auditório em Dijon e grandes hotéis.
Foi complicado lanchar. Quando pedi um graufe e um café longo, a menina trouxe-me uma café longo e um curto, para depois chegar à conclusão que já não havia grauffes, tive de comer um crepe, oh que pena...

26 de maio de 2012

Oferta- o mundo de sofia

Uma das residentes da residência voltou para a Irlanda. Só tive lidação com ela durante 3 semanas e só a via ao fim-de-semana, mas foi ela que me fez sentir um pouco mais integrada. É alguém muito divertida, com uma grande história de vida e com uma visão muito positiva. Quando for grande, gostava se ser assim, sim porque ela já tem 62 anos.
Antes de a Christine partir, ofereceu-me este livro...

O Mundo de Sofia de Jostein Gaarder

Agora é dar comigo, de vez em quando, sentada no parapeito da minha janela, a olhar para o jardim, a lê-lo.
Foram apenas 3 semanas de convivência, mas jamais a irei esquecer.




As fases do meu mundo novo

Primeiro não se nota nada , até duvidas que tens algo a crescer dentro de ti (até porque  não tens sintomas e andas demasiado ocupada com do...